Comissão mista promove apresentação de estudos sobre violência de gênero – Notícias

26/02/2024 – 09:31  

A Comissão Permanente Mista de Combate à Violência contra a Mulher reúne-se nesta quarta-feira (28) para a apresentação da “10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher” e do “Mapa Nacional da Violência de Gênero”. O debate será realizado às 14h30 no plenário 2 da ala Nilo Coelho, no Senado.

Os interessados poderão acompanhar a reunião pela internet.

A 10ª edição da “Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher” foi elaborada pelo Instituto de Pesquisa DataSenado, com o Observatório da Mulher contra a Violência (OMV) e a Procuradoria Especial da Mulher. “A pesquisa, que é a maior e mais longa série histórica sobre a temática do País, ouviu mais de 21 mil mulheres na edição de 2023”, explica a senadora Augusta Brito (PT-CE), que preside o colegiado.

Já o ‘’Mapa Nacional da Violência de Gênero’’, conforme Augusta Brito, foi elaborado pelo OMV em parceria com o Instituto Avon e a organização de jornalismo de dados Gênero e Número. Trata-se de um painel interativo com as principais bases nacionais de dados de violência de gênero. A plataforma digital facilitará o acesso a bases de dados da Saúde e da Justiça.

Foram convidados para a reunião:
– a procuradora Especial da Mulher, senadora Zenaide Maia (PSD-RN);
– a chefe do serviço de Pesquisa e Análise do Instituto de Pesquisa DataSenado, Isabela de Souza Lima Campos;
– a coordenadora do Observatório da Mulher Contra a Violência, Maria Teresa F. P. M. Fröner; e
– pesquisadora de Antropologia da Universidade de São Paulo e Coordenadora do Instituto Avon, Beatriz Accioly Lins.

A comissão
A Comissão Permanente Mista de Combate à Violência contra a Mulher, formada por 12 deputadas e 12 senadoras, tem a competência de propor ações de segurança pública para mulheres vítimas de violência, realizar audiências públicas e colaborar com a política nacional de enfrentamento à violência.

O colegiado tem também a atribuição de acelerar a votação de projetos importantes e de garantir mais recursos no Orçamento para proteção das mulheres.

 

 

Da Redação – RL

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